quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Baixa-estima
Daí que ontem tô saindo da firrrma, correndo, com frio, pensando em casa, cobertor e sopa, quando tomo uma buzinada na oreia e fico procurando a gostosa.
A gostosa era eu. E nem desfrutei desse momento de glória. :(
A gostosa era eu. E nem desfrutei desse momento de glória. :(
terça-feira, 5 de abril de 2011
Too tired to talk
Sabe, gente. Uma canseira geral tomou conta de mim. E nem falo de trabalho, porque isso nem conta. A canseira é uma decepção com pessoas que nunca imaginei que me decepcionariam. É o saldo de começar a conhecer alguém a fundo: descobrir que por baixo de um véu de autoconfiança sempre tem uma criança assustada, uma dor escondida, uma mágoa....
Às vezes é triste perceber que não existe Super-Homem.
Às vezes é triste perceber que não existe Super-Homem.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
New beginning again, a little bit closer
Então, venho falando sobre mudança há um tempo. E, de tanto desejar e buscar, elas vieram.
Estava a fim de sair do meu trabalho há um tempo, mas não havia surgido a oportunidade certa. Até que surgiu e vou-me embora. Estou feliz e segura do que estou fazendo, diferente de 2009, quando quase saí e me desesperava só de pensar na possibilidade de me arrepender. O fato é que meu estilo de vida estava, aos poucos, me tirando tudo o que tenho de bom e deixando um zumbi, que só vivia para o trabalho e que não conseguia pensar para além de meus horizontes.
E claro que havia mais uma questão escondida aí: o Da Praia. Ah, o Da Praia. Disse a ele que ficará mais difícil nos vermos. Ele disse que o fato de eu estar mais longe o fazia sentir que estava me perdendo. Mas como se perde o que nunca se teve? Como eu poderia me dar, se não sabia ao certo se ele queria? Talvez seja o fim, não? Só o tempo dirá. O fato é que até mesmo ele deixou de ser uma angústia para mim.
Por uma vida com menos sobressaltos e com mais certezas, acho que tudo o que estou fazendo valerá a pena.
Estava a fim de sair do meu trabalho há um tempo, mas não havia surgido a oportunidade certa. Até que surgiu e vou-me embora. Estou feliz e segura do que estou fazendo, diferente de 2009, quando quase saí e me desesperava só de pensar na possibilidade de me arrepender. O fato é que meu estilo de vida estava, aos poucos, me tirando tudo o que tenho de bom e deixando um zumbi, que só vivia para o trabalho e que não conseguia pensar para além de meus horizontes.
E claro que havia mais uma questão escondida aí: o Da Praia. Ah, o Da Praia. Disse a ele que ficará mais difícil nos vermos. Ele disse que o fato de eu estar mais longe o fazia sentir que estava me perdendo. Mas como se perde o que nunca se teve? Como eu poderia me dar, se não sabia ao certo se ele queria? Talvez seja o fim, não? Só o tempo dirá. O fato é que até mesmo ele deixou de ser uma angústia para mim.
Por uma vida com menos sobressaltos e com mais certezas, acho que tudo o que estou fazendo valerá a pena.
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Do amor e outros demônios,
Falando sozinha
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Aguarde o programa responder
Quem nunca viu essa mensagem no computador? E quem, impaciente, nunca preferiu apertar "Reset", se arriscando a perder os arquivos abertos, sendo obrigado a fazer tudo de novo? Acho que todo mundo. O engraçado é que isso meio que se aplica à minha vida também.
Ultimamente (e postei sobre isso aqui) venho falando que preciso de mudanças, que elas não podem esperar etc. etc. Mas, analisando bem, percebi que sempre fiz isto: quando a situação em que estava havia chegado a um limite considerado insuportável, eu, em vez de encarar o problema, me jogava em outra situação, deixando para trás o que poderia ter tentado resolver. Logo, o que parecia coragem é, na verdade, medo. Falta de vontade de ver o fracasso e assumi-lo.
Então comecei a pensar até que ponto meu atual desejo de mudanças não é, de fato, uma fuga. Porque, para os fracos, desistir do jogo parece melhor que perder. E eu estou sendo fraca. Mais uma vez. Resta saber se resistirei à tentação de apertar Reset e esperarei, paciente, o programa responder, já que aqueles momentos em que se espera a resposta parecem demorar mais do que de fato demoram.
Ultimamente (e postei sobre isso aqui) venho falando que preciso de mudanças, que elas não podem esperar etc. etc. Mas, analisando bem, percebi que sempre fiz isto: quando a situação em que estava havia chegado a um limite considerado insuportável, eu, em vez de encarar o problema, me jogava em outra situação, deixando para trás o que poderia ter tentado resolver. Logo, o que parecia coragem é, na verdade, medo. Falta de vontade de ver o fracasso e assumi-lo.
Então comecei a pensar até que ponto meu atual desejo de mudanças não é, de fato, uma fuga. Porque, para os fracos, desistir do jogo parece melhor que perder. E eu estou sendo fraca. Mais uma vez. Resta saber se resistirei à tentação de apertar Reset e esperarei, paciente, o programa responder, já que aqueles momentos em que se espera a resposta parecem demorar mais do que de fato demoram.
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Não sou deste mundo
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Tão cansada
De tudo, sabe. Da vida. Do excesso de trabalho. De ver a vida passar sem ter a chance de agarrar nas mãos algo palpável.
É, minha gente. O ano começou esquisito pra mim. Too tired to talk.
É, minha gente. O ano começou esquisito pra mim. Too tired to talk.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Everybody's Changing
Não fiz nenhuma resolução de Ano-Novo. Em geral, essas resoluções são coisas que a gente acaba esquecendo na primeira semana do ano e não mudam nada propriamente na nossa vida. Então, resolvi que as coisas seriam como teriam de ser. Porém, quando sinto que algo precisa mudar, não consigo desistir por muito tempo.
Ano passado, ensaiei mudanças que, por fim, foram adiadas. Agora, o desejo de mudança voltou com tudo, e acho que para não mais recuar. Aqui estou eu, decidindo para que lado ir, já que sei que não posso mais continuar onde estou.
É o fim de um longo ciclo, doloroso, cansativo, mas que me mostrou muito do que sou e muito do que posso vir a ser.
Agora é esperar pelas consequências dessa decisão.
Ano passado, ensaiei mudanças que, por fim, foram adiadas. Agora, o desejo de mudança voltou com tudo, e acho que para não mais recuar. Aqui estou eu, decidindo para que lado ir, já que sei que não posso mais continuar onde estou.
É o fim de um longo ciclo, doloroso, cansativo, mas que me mostrou muito do que sou e muito do que posso vir a ser.
Agora é esperar pelas consequências dessa decisão.
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